De 5 a 26 de setembro, o Auditório Municipal recebe “Memórias/Memories”, uma exposição de Manuel Graf que nos convida a percorrer os territórios da lembrança, onde o passado se transforma em presença e cada imagem guarda um instante vivido.
Entre pintura e desenho, o artista revisita rostos, lugares, experiências e fragmentos de vida, num exercício de evocação em que a memória se revela como lugar de permanência, emoção e identidade.
Com um percurso artístico de mais de seis décadas, Manuel Graf, notabilizado particularmente como retratista, apresenta uma exposição que estabelece um diálogo entre o passado, o presente e a esperança no futuro, lembrando-nos que aquilo que vivemos e amamos permanece, muitas vezes, através da arte.
Discípulo de grandes mestres da Escola Superior de Belas Artes do Porto e com um percurso que cruza também a música, a cenografia e o design, Manuel Graf apresenta uma exposição profundamente ligada à passagem do tempo e àquilo que permanece.
Como escreveu Fernando Pessoa:
“Memórias de pensar vivem em mim.”
E talvez seja precisamente essa a essência desta exposição: a capacidade que a arte tem de guardar aquilo que o tempo não consegue apagar.
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De 5 a 26 de setembro, o Auditório Municipal recebe “Memórias/Memories”, uma exposição de Manuel Graf que nos convida a percorrer os territórios da lembrança, onde o passado se transforma em presença e cada imagem guarda um instante vivido.
Entre pintura e desenho, o artista revisita rostos, lugares, experiências e fragmentos de vida, num exercício de evocação em que a memória se revela como lugar de permanência, emoção e identidade.
Com um percurso artístico de mais de seis décadas, Manuel Graf, notabilizado particularmente como retratista, apresenta uma exposição que estabelece um diálogo entre o passado, o presente e a esperança no futuro, lembrando-nos que aquilo que vivemos e amamos permanece, muitas vezes, através da arte.
Discípulo de grandes mestres da Escola Superior de Belas Artes do Porto e com um percurso que cruza também a música, a cenografia e o design, Manuel Graf apresenta uma exposição profundamente ligada à passagem do tempo e àquilo que permanece.
Como escreveu Fernando Pessoa:
“Memórias de pensar vivem em mim.”
E talvez seja precisamente essa a essência desta exposição: a capacidade que a arte tem de guardar aquilo que o tempo não consegue apagar.
Ficha Técnica
Auditório Municipal encerrado ao domingo e segunda-feira