A Arte de Roubar Fruta e Cinzas & SudárioA Arte de Roubar Fruta e Cinzas & Sudário

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16
Mai

16
Mai
2026
17h00
A Arte de Roubar Fruta e Cinzas & Sudário

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A Arte de Roubar Fruta e Cinzas & Sudário apresentados na Casa Antero de Quental

 

A Casa Antero de Quental recebe duas novas apresentações em maio: os mais recentes livros de Francisco Duarte Mangas, A Arte de Roubar Fruta, e, de Aurelino Costa, Cinzas & Sudário, ambos lançados no início deste ano.

 

Em A Arte de Roubar Fruta, Francisco Duarte Mangas cruza duas narrativas, com personagens que atravessam dois tempos históricos, onde a paixão das palavras está sempre presente. É um romance sobre a coragem de homens e mulheres que resistiram à violência fascista, em Portugal e no país vizinho.

 

Em Cinzas & Sudário, Aurelino Costa escreve a partir de um tempo ferido, onde a palavra poética já não pode ser neutra nem ornamental. É um livro atravessado pela violência do mundo contemporâneo, pela memória dos corpos e da terra, pela consciência do colapso moral e histórico que marca o nosso presente, onde a poesia surge como gesto de testemunho, de denúncia e de resistência.

 

Os livros são apresentados no sábado 16 de maio, pelas 17 horas, na Casa Antero de Quental, com a presença dos autores. A entrada é livre.

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A Arte de Roubar Fruta e Cinzas & Sudário apresentados na Casa Antero de Quental

 

A Casa Antero de Quental recebe duas novas apresentações em maio: os mais recentes livros de Francisco Duarte Mangas, A Arte de Roubar Fruta, e, de Aurelino Costa, Cinzas & Sudário, ambos lançados no início deste ano.

 

Em A Arte de Roubar Fruta, Francisco Duarte Mangas cruza duas narrativas, com personagens que atravessam dois tempos históricos, onde a paixão das palavras está sempre presente. É um romance sobre a coragem de homens e mulheres que resistiram à violência fascista, em Portugal e no país vizinho.

 

Em Cinzas & Sudário, Aurelino Costa escreve a partir de um tempo ferido, onde a palavra poética já não pode ser neutra nem ornamental. É um livro atravessado pela violência do mundo contemporâneo, pela memória dos corpos e da terra, pela consciência do colapso moral e histórico que marca o nosso presente, onde a poesia surge como gesto de testemunho, de denúncia e de resistência.

 

Os livros são apresentados no sábado 16 de maio, pelas 17 horas, na Casa Antero de Quental, com a presença dos autores. A entrada é livre.

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