O projeto “Gesto” promove o acesso inclusivo ao cinema para pessoas surdas e ensurdecidas através da exibição de curtas-metragens com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e legendagem para surdos e ensurdecidos. O programa inclui ainda conversas com realizadores, moderadas pelo ativista surdo Ângelo Matos, criando espaços de participação e diálogo para a comunidade surda.
A iniciativa pretende responder às barreiras que continuam a limitar o acesso desta comunidade ao cinema, defendendo a acessibilidade cultural como um direito fundamental e uma responsabilidade das instituições culturais. Para além da inclusão técnica, o projeto valoriza a cultura surda como uma forma própria de experienciar e interpretar o cinema, promovendo o reconhecimento do público surdo como parte ativa da vida cultural.
Promovido pela Cooperativa Curtas Metragens CRL, o programa é coordenado por Maria Moreira, responsável pelo Departamento das Comunidades e membro da equipa do festival com surdez neurossensorial unilateral. A sua experiência pessoal reforça o compromisso do projeto em desenvolver propostas culturais mais acessíveis e representativas das necessidades da comunidade surda.
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O projeto “Gesto” promove o acesso inclusivo ao cinema para pessoas surdas e ensurdecidas através da exibição de curtas-metragens com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e legendagem para surdos e ensurdecidos. O programa inclui ainda conversas com realizadores, moderadas pelo ativista surdo Ângelo Matos, criando espaços de participação e diálogo para a comunidade surda.
A iniciativa pretende responder às barreiras que continuam a limitar o acesso desta comunidade ao cinema, defendendo a acessibilidade cultural como um direito fundamental e uma responsabilidade das instituições culturais. Para além da inclusão técnica, o projeto valoriza a cultura surda como uma forma própria de experienciar e interpretar o cinema, promovendo o reconhecimento do público surdo como parte ativa da vida cultural.
Promovido pela Cooperativa Curtas Metragens CRL, o programa é coordenado por Maria Moreira, responsável pelo Departamento das Comunidades e membro da equipa do festival com surdez neurossensorial unilateral. A sua experiência pessoal reforça o compromisso do projeto em desenvolver propostas culturais mais acessíveis e representativas das necessidades da comunidade surda.