Há lugares por onde todos passamos e que quase nunca vemos. Durante anos, Angélica Costa entrou em casas de banho públicas por necessidade e saiu, muitas vezes, com uma fotografia. Encontrava nelas um inesperado sentido de descoberta: um poema numa parede, um espelho, uma porta improvável, um objeto, uma luz, um reflexo ou um momento de humor. Assim construiu um arquivo reunido em diferentes cidades, países e culturas, do Ocidente ao Oriente. Espaço íntimo e de passagem, a casa de banho guarda vestígios de quem a habita e revela o que tantas vezes nos escapa no quotidiano. Talvez este trabalho seja, afinal, sobre a curiosidade de reparar no invisível.
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Há lugares por onde todos passamos e que quase nunca vemos. Durante anos, Angélica Costa entrou em casas de banho públicas por necessidade e saiu, muitas vezes, com uma fotografia. Encontrava nelas um inesperado sentido de descoberta: um poema numa parede, um espelho, uma porta improvável, um objeto, uma luz, um reflexo ou um momento de humor. Assim construiu um arquivo reunido em diferentes cidades, países e culturas, do Ocidente ao Oriente. Espaço íntimo e de passagem, a casa de banho guarda vestígios de quem a habita e revela o que tantas vezes nos escapa no quotidiano. Talvez este trabalho seja, afinal, sobre a curiosidade de reparar no invisível.
Ficha Técnica
𝐀𝐧𝐠é𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐂𝐨𝐬𝐭𝐚, vive com os olhos postos no mundo. Apaixonada por viajar, conhecer lugares, pessoas e culturas, é movida pela curiosidade e pelo entusiasmo perante o que a rodeia. A fotografia e as diferentes formas de expressão artística fazem parte dos seus interesses e da sua forma de estar. A escrita e a composição visual surgem também desse impulso de experimentar, observar e transformar aquilo que a inspira numa expressão artística despretensiosa e natural.