Na 48.ª Feira Nacional de Artesanato, a música assume-se como expressão viva da identidade dos povos, um património transmitido de geração em geração e um dos mais poderosos veículos de preservação da memória coletiva. Dedicada ao Património Cultural Imaterial da Humanidade classificado em Portugal pela UNESCO, esta edição da Feira convida os visitantes a embarcar numa viagem pelas sonoridades, ritmos, cantares e tradições que continuam a dar voz à diversidade cultural portuguesa. Ao longo de dezasseis dias, a música tradicional, o folclore, o fado, o cante alentejano e diversos projetos de inspiração folk e contemporânea cruzam-se num programa que celebra a riqueza das nossas raízes, demonstrando que o património imaterial não pertence apenas ao passado, mas continua vivo, reinventando-se através das novas gerações. A programação foi concebida para estabelecer um diálogo entre diferentes territórios, comunidades e expressões musicais, proporcionando aos visitantes momentos de descoberta, emoção e partilha, sempre em estreita ligação com o tema central da Feira.
A tarde de sábado será animada pelos Cantarella, projeto que recupera e reinventa as tradições musicais da Beira Baixa, da Galiza e da Estremadura. Instrumentos como o adufe, a pandeireta, o pandeiro quadrado, o acordeão e o violino dão vida a um repertório profundamente ligado às culturas do interior da Península Ibérica, demonstrando a vitalidade das tradições musicais de matriz popular.
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Na 48.ª Feira Nacional de Artesanato, a música assume-se como expressão viva da identidade dos povos, um património transmitido de geração em geração e um dos mais poderosos veículos de preservação da memória coletiva. Dedicada ao Património Cultural Imaterial da Humanidade classificado em Portugal pela UNESCO, esta edição da Feira convida os visitantes a embarcar numa viagem pelas sonoridades, ritmos, cantares e tradições que continuam a dar voz à diversidade cultural portuguesa. Ao longo de dezasseis dias, a música tradicional, o folclore, o fado, o cante alentejano e diversos projetos de inspiração folk e contemporânea cruzam-se num programa que celebra a riqueza das nossas raízes, demonstrando que o património imaterial não pertence apenas ao passado, mas continua vivo, reinventando-se através das novas gerações. A programação foi concebida para estabelecer um diálogo entre diferentes territórios, comunidades e expressões musicais, proporcionando aos visitantes momentos de descoberta, emoção e partilha, sempre em estreita ligação com o tema central da Feira.
A tarde de sábado será animada pelos Cantarella, projeto que recupera e reinventa as tradições musicais da Beira Baixa, da Galiza e da Estremadura. Instrumentos como o adufe, a pandeireta, o pandeiro quadrado, o acordeão e o violino dão vida a um repertório profundamente ligado às culturas do interior da Península Ibérica, demonstrando a vitalidade das tradições musicais de matriz popular.