Os lugares são habitados e neles construímos memórias, criamos assim uma afectividade associando emoções e sentimentos a um local e isso é o que transforma num lugar. Trabalhar sobre o território não nos faz apenas responder ao proposto, mas reconfigurar o modo como o vemos, partilhamos, permitindo uma aproximação e criando uma ligação emocional. “O processo artístico torna-se uma prática política da atenção - onde se afina o sensível para imaginar o comum.” ** e eu ainda acrescento, para se imaginar o futuro. * Daniel Faria **Luís Sousa Ferreira
Partilhar
Facebook
Whatsapp
E-MAIL
Os lugares são habitados e neles construímos memórias, criamos assim uma afectividade associando emoções e sentimentos a um local e isso é o que transforma num lugar. Trabalhar sobre o território não nos faz apenas responder ao proposto, mas reconfigurar o modo como o vemos, partilhamos, permitindo uma aproximação e criando uma ligação emocional. “O processo artístico torna-se uma prática política da atenção - onde se afina o sensível para imaginar o comum.” ** e eu ainda acrescento, para se imaginar o futuro. * Daniel Faria **Luís Sousa Ferreira
Ficha Técnica
𝗠𝗮𝗿𝘁𝗮 𝗡𝘂𝗻𝗲𝘀 nasce na primavera de 1984, em Lousada. Formada em Arquitectura pela Universidade da Beira Interior é ainda durante o curso que surgem os primeiros trabalhos de ilustração para publicações. Desde 2010 que participa em exposições colectivas e individuais, mas desde 2019 que a ilustração tem sido cada vez mais a sua principal actividade, onde o interesse pela tradição e cultura portuguesa marcam alguns dos seus trabalhos. As expressões, as pessoas e os ofícios tradicionais são o que mais a inspiram na construção de narrativas, mas também os objectos do quotidiano e a poética dos dias úteis.