O Auditório do CCO recebe, no dia 26 de setembro, pelas 16h00, a apresentação de Ilhas Perdidas, de Dinis Carmo.
Baseada em factos reais e documentação da época, a obra acompanha a experiência de um jovem casal de médicos que, no final da década de 70, parte de Coimbra rumo aos Açores, onde encontra uma realidade profissional e social marcada pelas profundas transformações do período pós-Revolução de Abril.
Entre a prática médica, as cirurgias pioneiras, o quotidiano dos hospitais regionais, o contacto com a comunidade americana da Base das Lajes e os acontecimentos políticos e sociais que marcaram as ilhas, Ilhas Perdidas constrói um retrato da vida açoriana para além da paisagem.
Uma obra que cruza memória, medicina e História, dando a conhecer um período marcante da história contemporânea dos Açores.
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O Auditório do CCO recebe, no dia 26 de setembro, pelas 16h00, a apresentação de Ilhas Perdidas, de Dinis Carmo.
Baseada em factos reais e documentação da época, a obra acompanha a experiência de um jovem casal de médicos que, no final da década de 70, parte de Coimbra rumo aos Açores, onde encontra uma realidade profissional e social marcada pelas profundas transformações do período pós-Revolução de Abril.
Entre a prática médica, as cirurgias pioneiras, o quotidiano dos hospitais regionais, o contacto com a comunidade americana da Base das Lajes e os acontecimentos políticos e sociais que marcaram as ilhas, Ilhas Perdidas constrói um retrato da vida açoriana para além da paisagem.
Uma obra que cruza memória, medicina e História, dando a conhecer um período marcante da história contemporânea dos Açores.