A história começou nela a acontecer em 1948, muito antes de ter nascido. Esta performance é sobre a história do exílio da família palestiniana de Shahd Wadi. É uma trouxa que embrulha a vida de um corpo que reside na “fronteira”. Num ato e desato que ocorre ao longo deste espetáculo, o corpo de Shahd torna-se palestiniano, tal como a liberdade. É um performance-trouxa que ainda não existe. É apenas um sonho do regresso. Uma resistência.
Partilhar
Facebook
Whatsapp
E-MAIL
A história começou nela a acontecer em 1948, muito antes de ter nascido. Esta performance é sobre a história do exílio da família palestiniana de Shahd Wadi. É uma trouxa que embrulha a vida de um corpo que reside na “fronteira”. Num ato e desato que ocorre ao longo deste espetáculo, o corpo de Shahd torna-se palestiniano, tal como a liberdade. É um performance-trouxa que ainda não existe. É apenas um sonho do regresso. Uma resistência.
Ficha Técnica
𝐒𝐡𝐚𝐡𝐝 𝐖𝐚𝐝𝐢 é palestiniana, entre outras possibilidades, mas a liberdade é sobretudo palestiniana. Trabalha na escrita, dramaturgia, curadoria, investigação, performance e teatro. Autora de Chuva de Jasmim (2025), é doutorada em Estudos Feministas pela Universidade de Coimbra e foi nomeada Escritora Universal Galega de 2025. A sua prática artística e de investigação aborda a ocupação israelita da Palestina, como testemunho de vidas, incluindo a sua.
𝐁𝐞𝐫𝐧𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐀𝐟𝐨𝐧𝐬𝐨 é engenheiro de som, músico e compositor. Desde 2016, integra a equipa do podcast de investigação Fumaça, criando bandas sonoras e assegurando a sonoplastia e mistura de som. Compõe e executa ao vivo a música de Corpos na Trouxa. Em 2024, lançou Desassossego, o seu primeiro álbum a solo, e tem trabalhado em projetos de música, teatro e cinema.
𝐕í𝐝𝐞𝐨 𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐞𝐦𝐚 𝐓𝐚𝐰𝐢𝐥 A integração deste vídeo na performance conta com o apoio da UNRWA - Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente.