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A Biblioteca Municipal José Régio acolhe, no próximo sábado, dia 22 de agosto, às 16h30, a apresentação do livro “Do silêncio ao grito: palavras e o sentido do poema desfasado”, de Martim Relógio, pseudónimo de Rogério Nogueira, com apresentação da obra por André Furtado.
Nas palavras do autor: “Este livro é, antes de tudo, um diálogo: entre a palavra e o leitor, entre o som e o sentido, entre o poema e a vida. Que ele possa tocar, inquietar, iluminar, criar, viver e, sobretudo, convidar a (re)descobrir o poder das palavras e a escutar, com outros ouvidos, o silêncio que vive dentro do poema.”
Esta obra marca a sua estreia no género literário da poesia.
Rogério Nogueira é natural de Paranhos, mas, com apenas um ano de idade, veio para a cidade da Póvoa de Varzim, onde reside até hoje. O gosto pela escrita, e em particular pela poesia, revelou-se de forma mais intensa quando integrou a equipa da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, onde encontrou um vasto acervo documental e um universo de possibilidades que alimentaram a imaginação e o desejo de criar.
Fica o convite para que se juntem a nós neste momento de celebração da palavra e da criação literária.
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A Biblioteca Municipal José Régio acolhe, no próximo sábado, dia 22 de agosto, às 16h30, a apresentação do livro “Do silêncio ao grito: palavras e o sentido do poema desfasado”, de Martim Relógio, pseudónimo de Rogério Nogueira, com apresentação da obra por André Furtado.
Nas palavras do autor: “Este livro é, antes de tudo, um diálogo: entre a palavra e o leitor, entre o som e o sentido, entre o poema e a vida. Que ele possa tocar, inquietar, iluminar, criar, viver e, sobretudo, convidar a (re)descobrir o poder das palavras e a escutar, com outros ouvidos, o silêncio que vive dentro do poema.”
Esta obra marca a sua estreia no género literário da poesia.
Rogério Nogueira é natural de Paranhos, mas, com apenas um ano de idade, veio para a cidade da Póvoa de Varzim, onde reside até hoje. O gosto pela escrita, e em particular pela poesia, revelou-se de forma mais intensa quando integrou a equipa da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, onde encontrou um vasto acervo documental e um universo de possibilidades que alimentaram a imaginação e o desejo de criar.
Fica o convite para que se juntem a nós neste momento de celebração da palavra e da criação literária.
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