A próxima sessão do Clube de Leitura leremvozalta – a ter lugar no sábado, 4 de julho, pelas 17 horas, na Casa Antero de Quental, em Vila do Conde – é dedicada a Joaquim Moreira da Silva, figura singular da poesia e da cultura popular portuguesa.
Esta ação integra-se no programa da Câmara Municipal de Vila do Conde e da União das Freguesias de Vilar e Mosteiró que, ao longo de 2026, vem divulgando o legado do poeta–carpinteiro. A sessão será conduzida por Armanda Zenhas, Amândio Couteiro e Armando Herculano, membros da comissão organizadora deste programa que assinala os 140 anos de Joaquim Moreira da Silva, nascido em Vilar.
Trabalhador desde a infância, Joaquim Moreira da Silva aprendeu a ler e a escrever já na idade adulta, numa escola noturna no Porto, quando para aí se deslocou como aprendiz de carpinteiro. A sua poesia é profundamente marcada por ideais de justiça social e por um forte espírito libertário e anarquista. Denunciou injustiças, tiranias e desigualdades, ao mesmo tempo que cantou o amor, as tradições populares e as histórias do povo e idealizou mundos utópicos em que se concretizavam os seus ideias de justiça e liberdade. A sua vasta obra poética, de grande qualidade, continua hoje a fascinar e a inspirar leitores, mantendo uma surpreendente atualidade.
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A próxima sessão do Clube de Leitura leremvozalta – a ter lugar no sábado, 4 de julho, pelas 17 horas, na Casa Antero de Quental, em Vila do Conde – é dedicada a Joaquim Moreira da Silva, figura singular da poesia e da cultura popular portuguesa.
Esta ação integra-se no programa da Câmara Municipal de Vila do Conde e da União das Freguesias de Vilar e Mosteiró que, ao longo de 2026, vem divulgando o legado do poeta–carpinteiro. A sessão será conduzida por Armanda Zenhas, Amândio Couteiro e Armando Herculano, membros da comissão organizadora deste programa que assinala os 140 anos de Joaquim Moreira da Silva, nascido em Vilar.
Trabalhador desde a infância, Joaquim Moreira da Silva aprendeu a ler e a escrever já na idade adulta, numa escola noturna no Porto, quando para aí se deslocou como aprendiz de carpinteiro. A sua poesia é profundamente marcada por ideais de justiça social e por um forte espírito libertário e anarquista. Denunciou injustiças, tiranias e desigualdades, ao mesmo tempo que cantou o amor, as tradições populares e as histórias do povo e idealizou mundos utópicos em que se concretizavam os seus ideias de justiça e liberdade. A sua vasta obra poética, de grande qualidade, continua hoje a fascinar e a inspirar leitores, mantendo uma surpreendente atualidade.