No âmbito do XIV Encontro de Embarcações Tradicionais promovido pela Associação de Ex-Marinheiros da Armada de Vila do Conde em parceria com o CdAN - Centro de Artes Náuticas, será apresentado o livro “Mestre Artur Guimarães - Pintor de Marinha - O Artista e a Obra”, da autoria de Ernesto Martins Vaz Ribeiro, no próximo dia 23 de maio, pelas 15h00, na Alfândega Régia-Museu de Construção Naval.
O Mestre Artur Guimarães, natural do Porto, foi uma figura de referência da pintura de temática marítima em Portugal. Reconhecido pela sua mestria no desenho e na aguarela, dedicou grande parte da sua vida ao estudo, preservação e representação da história marítima portuguesa, retratando com rigor e sensibilidade a arquitetura naval e a evolução das embarcações ao longo dos tempos. A sua obra mantém uma ligação especial a Vila do Conde, onde retratou monumentos e embarcações emblemáticas da cidade, contribuindo para preservar, através da arte, a memória e a identidade marítima vilacondense. Vários dos seus desenhos e aguarelas podem ser apreciados na exposição de longa duração “Comércio, Navegação e Construção Naval Quinhentista”, patente na Alfândega Régia – Museu de Construção Naval.
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No âmbito do XIV Encontro de Embarcações Tradicionais promovido pela Associação de Ex-Marinheiros da Armada de Vila do Conde em parceria com o CdAN - Centro de Artes Náuticas, será apresentado o livro “Mestre Artur Guimarães - Pintor de Marinha - O Artista e a Obra”, da autoria de Ernesto Martins Vaz Ribeiro, no próximo dia 23 de maio, pelas 15h00, na Alfândega Régia-Museu de Construção Naval.
O Mestre Artur Guimarães, natural do Porto, foi uma figura de referência da pintura de temática marítima em Portugal. Reconhecido pela sua mestria no desenho e na aguarela, dedicou grande parte da sua vida ao estudo, preservação e representação da história marítima portuguesa, retratando com rigor e sensibilidade a arquitetura naval e a evolução das embarcações ao longo dos tempos. A sua obra mantém uma ligação especial a Vila do Conde, onde retratou monumentos e embarcações emblemáticas da cidade, contribuindo para preservar, através da arte, a memória e a identidade marítima vilacondense. Vários dos seus desenhos e aguarelas podem ser apreciados na exposição de longa duração “Comércio, Navegação e Construção Naval Quinhentista”, patente na Alfândega Régia – Museu de Construção Naval.
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dia 23 de maio, pelas 15h00, na Alfândega Régia-Museu de Construção Naval