Dois solos que procuram um estado em que o corpo deixa de funcionar como limite e se torna permeável ao tempo, à percepção e à transformação. Em O Gesto do Falcão, o movimento surge numa claridade extrema, entre impulso e suspensão. Em O Sono da Montanha, o tempo altera a densidade das coisas e o mínimo ganha dimensão. As peças aproximam-se menos da narrativa do que de um estado de reconhecimento impossível de explicar por completo.
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* 22.º Circular Festival de Artes Performativas *
Dois solos que procuram um estado em que o corpo deixa de funcionar como limite e se torna permeável ao tempo, à percepção e à transformação. Em O Gesto do Falcão, o movimento surge numa claridade extrema, entre impulso e suspensão. Em O Sono da Montanha, o tempo altera a densidade das coisas e o mínimo ganha dimensão. As peças aproximam-se menos da narrativa do que de um estado de reconhecimento impossível de explicar por completo.
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Direcção artística, coreografia e composição: Tânia Carvalho | Interpretação - O Gesto do Falcão: Bruno Senune | Interpretação - O Sono da Montanha: Marta Cerqueira | Iluminação e direcção técnica: Anatol Waschke | Som: Juan Mesquita | Produção executiva: Mariana Guarda | Direcção executiva: Vítor Alves Brotas | Produção: agência 25 | Co-produção: Teatro Municipal Baltazar Dias - Município do Funchal, A Oficina | Residências de coprodução: Centro de Criação do Candoso – A Oficina, Estúdio de Criação Artística – Município do Funchal, Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Studio Busseix | Parcerias de apresentação: Circular Associação Cultural | Circular Festival | Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes | Agredecimentos produção Circular: Casa da Música