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Integrada na programação das Festas de São João, esta exposição evoca a tradição dos mastros enfeitados que, durante décadas, marcaram as celebrações sanjoaninas em Vila do Conde.
Tradicionalmente colocados junto à Igreja Matriz e nas ruas envolventes, os mastros simbolizavam a participação das freguesias nas festas do concelho, constituindo uma das mais emblemáticas expressões da identidade popular e comunitária das festividades.
Através de um conjunto de fotografias pertencentes ao valioso espólio da Foto Adriano — histórica casa de fotografia vilacondense fundada no final do século XIX — a exposição transporta-nos para as décadas de 1950 e 1960, permitindo revisitar os cenários, os costumes e o ambiente vivido nas Festas de São João de outros tempos.
Num ano em que os tradicionais mastros não se realizam no seu local habitual, a Praça da República, devido às obras em curso, esta mostra, que estará patente ao público de 6 a 30 de junho, no Foyer do Piso 0 do Auditório Municipal, assume-se também como uma homenagem à memória coletiva e às tradições populares do concelho.
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Integrada na programação das Festas de São João, esta exposição evoca a tradição dos mastros enfeitados que, durante décadas, marcaram as celebrações sanjoaninas em Vila do Conde.
Tradicionalmente colocados junto à Igreja Matriz e nas ruas envolventes, os mastros simbolizavam a participação das freguesias nas festas do concelho, constituindo uma das mais emblemáticas expressões da identidade popular e comunitária das festividades.
Através de um conjunto de fotografias pertencentes ao valioso espólio da Foto Adriano — histórica casa de fotografia vilacondense fundada no final do século XIX — a exposição transporta-nos para as décadas de 1950 e 1960, permitindo revisitar os cenários, os costumes e o ambiente vivido nas Festas de São João de outros tempos.
Num ano em que os tradicionais mastros não se realizam no seu local habitual, a Praça da República, devido às obras em curso, esta mostra, que estará patente ao público de 6 a 30 de junho, no Foyer do Piso 0 do Auditório Municipal, assume-se também como uma homenagem à memória coletiva e às tradições populares do concelho.
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